Teremos mesmo de procurar sempre o fruto proibido?
Numa digressão que começa em Oscar Wilde e se expande do Genesis a Freud, a prosa elegante de Adam Philips convoca-nos para a ideia de que os prazeres proibidos – tabus, proibições e desejos vergonhosos – tendem a eclipsar, nas nossas vidas, o valor dos prazeres consentidos.Vivemos numa sociedade fascinada pelo tabu. Mas como ignorar os prazeres “não proibidos”? Não poderão eles oferecer-nos tantas recompensas quanto os tão glorificados prazeres proibidos, ou até mais?
[Do mesmo autor na Zigurate: Desistir]
Livro esgotado. Podes enviar-nos um pedido para mais informações.
Este livro de momento não está disponível. Pode-nos enviar um pedido de informações.