Ainda há classes sociais?
Um manifesto para a classe trabalhadora
Conjugando memórias pessoais, teoria cultural e uma assinalável veia polémica, Cynthia Cruz analisa como a escolha entre assimilação ou aniquilação teve um papel importante na vida de músicos, artistas, escritores e cineastas vindos da classe trabalhadora - entre eles Amy Winehouse, Ian Curtis, Cat Power, Jason Molina, Clarice Lispector ou Barbara Loden. Emerge dessa análise o retrato de uma melancolia freudiana: o sujeito da classe trabalhadora abandona as suas origens para “se tornar alguém”, vindo a descobrir, não raro, que se perdeu no processo. Excluída, marginalizada e sujeita a uma vida precária, a classe trabalhadora é considerada inexistente por aqueles que estão no poder. Ainda há classes sociais, evidentemente; com todos os efeitos que isso tem em termos culturais e no âmbito da saúde mental. O que significa hoje fazer parte da classe trabalhadora num mundo de classe média? É ser um fantasma.
[Nas livrarias a partir de 15 de Janeiro; já em pré-venda aqui.]
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